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História de Hamburgo

Foram encontrados indicios no vale do Elba de uma ocupação nómada datada de idade da pedra, tratavam-se possivelmente de caçadores e colectores primitivos.
Tambem foram encontrados muitos objectos datados do século IV aC no norte do rio Elba, que revelaram a existência de uma primeira cidade nos arredores de Hamburgo. Esta cidade permitiu um maior fluxo e assentamento de mais pessoas na zona que culmina no século VI depois de Cristo.
No ano de 810 dC, Carlos Magno conquistou toda esta região e permitiu a construção de uma igreja para permitir a proliferação do Cristianismo na zona. Para garantir a segurança da igreja e do povo foi construído sobre as ruínas da povoação de Hamm, o Hammaburg (o sufixo-burg em alemão significa castelo).

No século X foi dado o primeiro passo, com a lei recentemente aprovada que permitia o tráfego comercial na cidade de Hamburgo. Através da crescente integração das cidades perto do Mar Báltico e os novos privilégios comerciais adquiridos nos séculos XII e XIII Hamburgo começou a tornar-se gradualmente numa cidade Hanseática. Desta forma, a cidade Hamburgo, de forma exemplar, iria tornar-se numa cidade de muito bem estar social e económico. Com o tempo vão aparecendo gradualmente propriedades e povoações nas margens do rio Alster e do Rio Elba.

Com a ascensão das potências continentais no século XV, o centro do poder europeu move-se desde a costa do Atlântico para o continente. A cidade de Hamburgo perde a sua independência política no século XVIII. Somente após a ocupação de Napoleão, entre 1806-1814, é dado pelo Congresso de Viena a independência e soberania a Hamburgo o que vem a transformar esta cidade numa cidade estado dentro da federação alemã. Com o fim da guerra civil em 1783, a cidade de Hamburgo entra no seu auge, pois a partir desse momento, bens como o rapé, o algodão ou o arroz, chegavam a esta cidade por via directa e não através do poder colonial britânico.

Desde 1819 a cidade para a ser chamada por "Cidade Livre Hanseática de Hamburgo".
Neste século, a população torna-se politizada e foram fundadas muitas muitas associações com tendências democráticas.
Em 1860 entra em vigor a reforma constitucional, que é elegida por cercas de 40% dos cidadãos com mais poder económico. Do Conselho de Governadores surge o Senado e a separação dos poderes permite a divisão entre Estado, Igreja e a liberdade de imprensa.

Desde o início do século XVIII, multiplica-se o número de habitantes de Hamburgo, de 130.000 para 300.000, o que ao mesmo tempo, traz grandes problemas sociais. Foram fundados novos hospitais, centros de acolhimento e bancos na cidade de Hamburgo e o sistema de transportes foi expandido.
Desde então e até à Primeira Guerra Mundial, o número de habitantes residentes na cidade aumentou para cerca de um milhão. A economia desenvolveu-se de forma dramática. No entanto ainda existem muitos que ainda vivem na pobreza em Hamburgo. O movimento de mercadorias foi alargado à volta do porto e da zona de armazenamento de mercadorias.
Em 1919 realizam-se as primeiras eleições democráticas livres onde o SPD alcançado foi de 50,5%. São fundadas as universidades e construídas escolas de ensino superior.

Em 1933 têm lugar com a absorção do NSDAP, uma mudança de autoridade. Durante os bambardeios americanos, e britânicos, morrem entre 40.000 e 50.000 pessoas e muitos são os feridos ou desalojados pela destruição de 30% dos edifícios.

No final da guerra, a cidade de Hamburgo foi ocupada por tropas britânicas.
Em 1946 realizam-se as primeiras eleições livres onde venceu novamente o SPD e nesse momento ocorre um boom de desenvolvimento em todos os campos. Muitos encontram finalmente trabalho, NDR, Die Zeit e Der Spiegel abrem as suas portas em Hamburgo e são realizadas muitas obras e melhoramentos urbanos. O porto torna-se no local de maior circulação de mercadorias de toda a Alemanha.
A cidade de Hamburgo converteu-se numa das cidades comerciais mais importantes da Europa, e ainda é actualmente.

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